domingo, 12 de agosto de 2007

Brinde aos Amigos

É, isso aí. Após o brinde mais lendário da história CDC, com a presença de privates selecionados (indivíduos conhecidos como Groselha Obelix, Cabeça Rosinhole, Simões Benália, Coruja Pernetinha e Thiaguinho Orácio, além de mim é claro), não restaria outro tema a não ser a amizade, simples e verdadeira.

O que é a definição de amizade?
De acordo com a wikipedia, amizade é um comportamento cooperativo e de suporte entre dois ou mais seres humanos, um relacionamento que envolve mútuo conhecimento, estima e afeição. E mais um parágrafo inteiro que eu realmente não estou afim de traduzir, então se virem com http://en.wikipedia.org/wiki/Friendship. E claro que existem tipos diferentes de amizades, como o cara que você considera um irmão, ou irmã, amizades por carta (bem, hoje em dia seria internet =p), seus amigos do trabalho, os de final de semana, amizades coloridas, enfim, algo bem complexo.

O que é amizade na minha simples e humilde visão do mundo?
A amizade é o que importa. Noites simples com a galera, como a de ontem. Não realizamos nada, havia apenas vodka, cigarros e refrigerante. E alguns filmes bobos que depois ninguém queria mais assistir. Enfim, não foi nada de importante. Mas com meus amigos, houveram, e ainda haverão mais dezenas, centenas de noites como a de ontem. Bobas, ridículas... e gloriosas.

Se precisa de outra coisa no mundo quando se tem amigos (Coruja falaria que falta um maço de free, mas ok)? Não, não se precisa. Nos bons momentos você tem quem comemore contigo, nos maus momentos quem te apóie com um ombro amigo.

Falando merda com a galera, dando risadas, pensando sobre a vida. Todos diferentes em seu jeito de ser, porém todos concordando com pelo menos alguma coisa. Crescer é uma guerra, e sempre precisa-se de guerreiros para lutar ao seu lado. E esses guerreiros merecem um lugar especial, e que se retribua tudo que fazem por você. Estando ao seu lado nos momentos em que nada é certo, nos momentos em que está tudo bem; quando se tem uma vida pela frente, e quando o único caminho conhecido é o que leva de volta para casa.

Mais importante que o amor é a amizade. Talvez sejam a mesma coisa até. E que cada pessoa no mundo tenha a sorte de ter amigos como os meus, pois acho que assim seriam muito mais felizes. And I want to be selfish, you're my everything.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Para alguns puristas por aí

Bem, ouvindo Wake Me Up When September Ends agora, deu vontade de ver o clipe. E, vendo o clipe, convenientemente a inspiração para escrever sobre Green Day. E sobre algumas mudanças também, eu espero.

Sim, uma das bandas mais criticadas dos últimos tempos. Por quê? Na minha opinião, por serem fodas.
Tudo começou em 87, quando dois pivetes (na época tinham 14) chamados Billie Joe Armstrong e Mike Dirnt resolveram criar uma banda de punk rock. Sweet Children, que depois virou Green Day. O EP 1,000 Hours saiu em 89, depois o LP 39/Smooth em 90. Ainda em 90, mais dois EPs, Slappy e Sweet Children. Foi no final do ano que o então baterista Al Sobrante deixou a banda, e Tré Cool entrou em seu lugar. Foi com o álbum Kerplunk em 92 que eles se firmaram na cena underground, vendendo 50.000 cópias, um número respeitável na época.
Foi então que eles mudaram de gravadora para uma maior, e aí que começaram as críticas, com fãs punkzinhos dizendo que eles "se venderam". Em fevereiro de 94 saiu Dookie, o álbum que lançou eles ao estrelato. Em outras palavras, Basketcase. É um cd de música alegre, melodicazinha, e rápida. Punk Pop total, embora eu ainda ouça falar que punk não tem nada a ver com pop, e outras bobagens.
Enfim, depois Insomniac (1995), um cd mais sombrio e agressivo; Nimrod (1997), algo mais experimental, com influências de surf rock e ska (caralho, nem sabia o que significavam esses dois nomes); e Warning (2000), que foi ainda mais longe no conceito do Nimrod, e representou uma grande queda nas vendas. Mesmo que Warning tenha ganhado vários prêmios, talvez era hora de parar, e descansar um pouco.
Em 2003, voltaram ao estúdio para gravar o futuro Cigarretes and Valentines. Com 20 músicas gravadas, roubaram as fitas de gravação. Fazer o quê, gravar tudo de novo? Não, para nossa futuras felicidade, resolveram escrever algo melhor ainda, e começar de novo. E rolaram várias tretas e discussões sobre as diferenças e pá, e, no ano seguinte, sairia a "punk rock opera", American Idiot.

Primeiro, uma questão: porque as pessoas odeiam quando a banda que elas gostam começa a ser chamada de "modinha"? "Aaah é porque eles se vendem pras gravadoras, e muda a qualidade", e aquele blablabla. Criticaram Green Day quando assinaram com a Reprise em 93, e mais ainda com o lançamento do último cd. Porque começaram a usar roupas de viado? (uahauhauahuh é a minha opinião) Porque Wake Me Up When September Ends é "emo"? (LOL, nada a ver, e vejam bem, o Nimrod tem Time of Your Life, que não fica muito atrás) Porque ganharam 7 Grammys em 2005, coisa que uma banda "não-modinha" não consegue?
Enfim, que se foda quem ainda pensa assim. American Idiot é um senhor cd, com certeza. Critica os EUA (ainda a nação mais poderosa do planeta), conta uma história interessante, cheia de metáforas, e musicalmente é muito foda. Quem já viu duas músicas de punk pop de 9 minutos, e que não são entediantes de forma alguma? Oscilando do agressivo em St. Jimmy, ao mais calmo em Give Me Novacaine; e sem falar nos clipes de Jesus of Suburbia e Wake Me Up..., simplesmente soberbos.

É uma grande mudança desde os tempos de Dookie, ou indo mais além, Kerplunk. Mas é o que acontece: todos mudam, e crescem, e amadurecem. Iron Maiden, Underoath, Avril Lavigne, Fresno. Grandes diferenças entre o início da carreira e o final, for sure. E isso é uma coisa boa.

O mundo da música em constante turbilhão. Pois nada nasce do nada, é tudo aperfeiçoamento e evolução. Sem mais.

domingo, 5 de agosto de 2007

Bem, é fogo no cu, for sure, mas aqui estou eu escrevendo um blog.
Sei que sempre tiro nota alta em dissertação =pp, por isso vamos colocar isso em prática.

E perguntei pra Thaís agora pouco: vou falar sobre o quê? Excelente pergunta!
Enfim, como estava no last.fm quando bateu a vontadezinha, tentarei falar sobre música (será que rola?)

Quem me conhece dos tempos antigos de fashion-core - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=16439848 - sabe que eu adoro dissertar sobre isso, quando aparece algum otário (otário dentro do meu ponto de vista, que fique claro isso) falando sobre "emo" e afins.
É, eu coloco "emo" entre aspas. Porquê? Simplesmente porque deturparam o termo. O que começou como um estilo musical nos late 80's, early 90's, hoje em dia é algo como um xingamento foda.
Ao meu ver, a idéia mais ridícula dos mid 00's, sinceramente.
Porquê isso aconteceu? Porquê moleques que dizem serem tristes (aparentemente sem motivo), usam franjinha de lado e vivem por aí chamando atenção conseguiram deturpar um termo, que antes se referia a música pesada, bem-trabalhada e tocante? Como se explica? A mídia? A internet?
Eu realmente não vejo motivos. Maaas, a merda aconteceu, e hoje em dia se lê por aí editores de revistas que eu veria como sérias, rotulando Green Day, Forfun (argh!), e até Evanescence como "emo"

Para eles, um grande LOL.

E para os emuxinhos que tão lendo isso (claro, pois eu pretendo divulgar isso na comuna, mesmo duvidando que os emuxinhos leiam), tentem esquecer seus conceitos aprendidos no orkut e no Gugu (aquela matéria hilária, procurem no youtube), e leiam um pouco. Saiam da alienação, por favor.

E ficou uma merda esse post, mas logo logo eu faço outro. Kisses and hugs.